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PRESA A MULHER QUE MATOU E JOGOU BEBÊ NO LIXO

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MANHUAÇU (MG) - Foi presa no final da tarde desta sexta-feira, 27, Aparecida Helena de Souza Fortunato, 27 anos. Ela é a mulher que matou a criança do sexo masculino logo ao nascer e jogou no lixo.

O bebê foi encontrado por funcionários da Usina de Reciclagem de Manhuaçu, dentro de uma sacola plástica, na manhã de quinta-feira.
Equipes das Polícias Militar e Civil descobriram Aparecida a partir de denúncias. “Fizemos um apelo, através do rádio, para que as pessoas nos passassem informações, de forma anônima. Hoje, recebemos a denúncia do mau cheiro que havia na casa e que ela poderia ser a mulher que jogou a criança no lixo”, conta o delegado Getúlio Lacerda.  Ela residia sozinha numa casa no bairro Petrina.
A equipe conversou com Aparecida. No primeiro momento, ela negava os fatos. Quando encontraram restos da placenta e roupas sujas de sangue, acabou admitindo.
Segundo a Delegada de Homicídios, Dra. Camila Muller, Aparecida vai responder por infanticídio. “Friamente, ela contou que matou a criança, que nasceu em casa, colocou numa sacola plástica e jogou no lixo. Não foi um caso de aborto. Ela me disse que pegou o bebê, deu fim a ele e pôs no lixo”, contou a delegada.

  Moradores se aglomeraram assustados e perplexos ao descobrir que a mulher que jogou a criança no lixo morava ali. O clima de revolta foi grande.
Dra. Camila Muller considerou chocante deparar com uma mulher que tem coragem de fazer isso. “A medicina legal vai avaliar as condições psicológicas dela e do que aconteceu, contudo é muito terrível ver uma situação desta. Nada justifica o que ela fez”, detalhou.
O tempo todo Aparecida estava muito tranquila. Não se mostrou revoltada ou arrependida.
À reportagem do PORTAL CAPARAÓ, disse que vive sozinha e que o pai da criança não tinha conhecimento que ela estava grávida. A mulher afirmou que não teria condições de criar e resolveu dar fim ao bebê.
A delegada ainda argumentou: “Era só ela doar a criança para alguma família adotar. Não precisava ter feito uma coisa dessas”.
Fonte: Portal Caparaó

Última modificação em Sábado, 28 Setembro 2013 14:01
Antenor G. Neto

Jornalista - DRT: 18.587/MG

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